Para o ano eleitoral de 2026, renovamos todos os participantes e aumentamos o número de grupos focais contínuos no WhatsApp de 5 para 6. Substituímos o antigo grupo de flutuantes por dois grupos de indecisos: conversadores e progressistas. Na maioria das eleições os indecisos desempenham um papel fundamental, pois têm maior probabilidade de mudar de opinião, decidindo assim o resultado.
O projeto conta com um total de 50 participantes, divididos em grupos com as seguintes características específicas:
BC – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, pretendem votar em Flávio Bolsonaro em 2026, desaprovam o atual governo e aprovam os atos de 8/1.
BM – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, desaprovam o atual governo e desaprovam os atos de 8/1.
IC – Indecisos Conservadores: votaram em Bolsonaro ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à direita na escala ideológica.
IP – Indecisos Progressistas: votaram em Lula ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à esquerda na escala ideológica.
LD – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno de 2022, reprovam a atual gestão, mas ainda assim pretendem votar em Lula em 2026.
LL – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno de 2022, pretendem votar em Lula em 2026 e aprovam a atual gestão.
Evangélicos: grupo virtual formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos dos demais grupos, com o objetivo de capturar tendências específicas desse contingente demográfico.
Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.
Na semana de 18 a 24/5/26, os seis grupos discutiram questões candentes do debate público. No total, foram coletadas e analisadas 157 interações, totalizando 6.345 palavras.
| Bolsonaristas Convictos (BC) | Bolsonaristas Moderados (BM) | Indecisos Conservadores (IC) | Indecisos Progressistas (IP) | Lulodescontentes (LD) | Lulistas (LL) | Evangélicos | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fim da taxação | Predominou a percepção de que a retirada da taxação foi uma manobra eleitoreira de um governo que primeiro criou o problema para depois apresentar a solução. Ainda assim, houve reconhecimento de que a medida reduz custos para consumidores e facilita o acesso a produtos mais baratos. | O grupo combinou aprovação prática da medida, pelos benefícios ao consumo e às compras internacionais, com forte desconfiança de que a decisão teve motivação eleitoral e poderá ser compensada futuramente por novos impostos. | Predominou a leitura de que a decisão ocorreu principalmente por interesse eleitoral e pressão política, embora o grupo também tenha considerado positiva a redução de impostos e o impacto no bolso da população. | Predominou forte apoio à medida, vista como benéfica para consumidores e população de baixa renda, com algumas críticas à elevada tributação sobre o consumo e defesa de um sistema tributário mais progressivo. | As opiniões combinaram apoio aos benefícios econômicos da retirada da taxa com a percepção de que a medida foi influenciada pela proximidade das eleições e pela tentativa de reduzir desgaste político do governo. | O grupo avaliou majoritariamente a medida como positiva por ampliar o acesso ao consumo e aliviar o custo de vida, priorizando os efeitos concretos para famílias de baixa renda acima das disputas políticas sobre a decisão. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Contato com Universidades | Predominaram relatos de contato direto ou familiar com universidades públicas, mas as experiências foram frequentemente descritas de forma ambivalente, combinando reconhecimento da qualidade acadêmica com percepções de desgaste emocional, silenciamento e ambiente politizado. Entre os que conheciam apenas por notícias e redes sociais, prevaleceram avaliações mais críticas e distanciadas. | As respostas combinaram experiências positivas de formação e reconhecimento da excelência acadêmica com críticas persistentes à politização, burocracia e precarização estrutural das universidades. Participantes com contato indireto tenderam a reproduzir visões mais negativas e generalizantes sobre o ambiente universitário. | Predominou uma visão relativamente equilibrada das universidades públicas, associadas à produção científica, extensão e oportunidade de ascensão social, mas acompanhadas de críticas ao sucateamento e ao uso considerado inadequado de parte dos recursos públicos. As experiências diretas produziram avaliações mais positivas e menos polarizadas. | As universidades públicas apareceram principalmente como espaços de acolhimento, inclusão, diversidade e transformação social. Mesmo quando surgiram críticas estruturais, prevaleceu uma percepção positiva construída a partir de experiências pessoais, familiares e convivência próxima com o ambiente universitário. | Predominou um contato direto e afetivamente positivo com universidades públicas, percebidas como instrumentos de formação, mobilidade social e transformação de vida. As experiências concretas reforçaram sentimentos de gratidão, reconhecimento institucional e valorização da pesquisa e da educação pública. | As respostas demonstraram forte proximidade institucional e pessoal com universidades públicas, frequentemente associadas à excelência acadêmica, pesquisa, formação profissional e desenvolvimento social. Mesmo entre participantes sem experiência direta, prevaleceu uma visão positiva e legitimadora das universidades públicas. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Michelle Bolsonaro como candidata | Michelle Bolsonaro foi percebida como mais carismática, agregadora e eleitoralmente competitiva que Flávio, especialmente pela imagem religiosa, feminina e menos confrontacional. Ao mesmo tempo, surgiram dúvidas sobre sua experiência política e capacidade de enfrentar disputas duras e articulações institucionais. | Predominou a percepção de que Michelle teria imagem menos desgastada e menor rejeição do que Flávio, podendo ampliar o alcance eleitoral do bolsonarismo. Porém, o grupo demonstrou cautela sobre sua falta de experiência e sobre a substituição parecer uma estratégia para preservar o poder da família Bolsonaro. | Michelle apareceu como alternativa potencialmente mais viável por estar menos associada a escândalos e possuir maior aceitação pública. Ainda assim, houve dúvidas sobre sua capacidade política concreta, autonomia e experiência institucional em comparação a Flávio. | As falas tenderam a enxergar a candidatura de Michelle como continuidade do mesmo núcleo familiar e político bolsonarista, mantendo desgastes e rejeições já existentes. Apesar disso, reconheceu-se que ela possui imagem pública mais leve e maior potencial de diálogo com públicos evangélicos e femininos. | Michelle foi vista como uma tentativa de recomposição da imagem do bolsonarismo diante do desgaste de Flávio Bolsonaro e dos escândalos recentes. Contudo, predominou a percepção de que ela continuaria carregando a rejeição associada ao sobrenome Bolsonaro e careceria de densidade política própria. | Houve rejeição praticamente total tanto a Michelle quanto a Flávio Bolsonaro, vistos como representantes do mesmo projeto político e familiar. Mesmo reconhecendo que Michelle poderia dialogar melhor com evangélicos e mulheres, o grupo não enxergou diferenças substantivas entre os dois. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
Nos segmentos mais oposicionistas, especialmente entre bolsonaristas convictos e parte dos bolsonaristas moderados e indecisos conservadores, predominou uma interpretação fortemente crítica e acusatória da decisão do governo. A retirada da taxação foi frequentemente percebida como uma manobra eleitoral calculada, construída a partir da ideia de que o próprio governo teria criado anteriormente um problema para depois apresentar sua reversão como benefício à população. Nesses grupos, a medida foi associada à tentativa de recuperação de popularidade, busca por votos e melhoria artificial da imagem do presidente diante do desgaste provocado pela taxação inicial. As falas revelaram elevado grau de desconfiança em relação às justificativas oficiais e à sinceridade da decisão, além da percepção recorrente de que a redução dos impostos poderia ser temporária ou compensada futuramente por novas cobranças.
Entre os lulodescontentes e parte dos lulistas, embora também tenha aparecido reconhecimento do componente eleitoral da medida, essa leitura assumiu um tom mais moderado e pragmático. Nesses segmentos, a percepção de cálculo político não anulou a avaliação positiva dos efeitos concretos da decisão sobre o consumo e o orçamento das famílias. Houve maior disposição em separar a crítica ao timing político da medida de seus possíveis benefícios práticos, sobretudo para consumidores de baixa renda e pessoas que utilizavam plataformas internacionais como alternativa ao alto custo de produtos no mercado nacional.
“O governo Lula cria a taxa de 20%, o povo reclama, com toda a razão, e agora ele vem com medida provisória para zerar o imposto e sair como o bonzinho da história… Para mim, isso é estratégia política. Ele mesmo colocou a taxa e agora tirou só para dar uma de bom moço e tentar limpar a imagem com o pessoal de baixa renda. E no fim, tudo isso é focado em uma coisa, ganhar votos..” (BC, 24 anos, enfermeira, GO)
“So com esse imposto este governo arrecadou cerca de 9,66 bilhões. Ele criou exatamente com este intuito. Criar mais uma fonte de arrecadação e proximo a epoca de eleição ele tirar com a ideia de que está favorecendo a população, como se fosse um herói. Sem mencionar que uma extinção provisória, ou seja, depois da eleição ele volta a cobrar de novo para ter de volta mais uns bilhões necessários para a arrecadação dele.
Esse é um dos exemplos mais claros sobre criar um problema e vender uma solução.” (BC, 47 anos, administradora, BA)
"Só vejo uma explicação: ano eleitoral. Sim, não vimos combate a nenhum tipo de contrabando. É somente voltar atrás em busca de votos.” (IC, 30 anos, maquiadora, RJ)
“Reduzir impostos é sempre bom para a população. Agora, certamente, só ocorre por interesse em ganhar simpatia próximo às eleições, já que foi o mesmo governo que implementou a tal taxa.” (IC, 37 anos, professor, RJ)
“Vou ser rapido e suscito: estrategia ELEITOREIRA. Mas, vou é aproveitar enquanto ele nao "re-aumenta".” (BM, 53 anos, eletrotécnico, RN)
“Penso que tem caráter eleitoral, uma vez que foi um dos pontos de grande desaprovação da população. Mesmo a medida não retirando os impostos estaduais, que continuam válidos, ela é bem vinda para a população, mas pode ter o efeito contrário no nosso processo interno de industrialização e de serviços.” (LD, 48 anos, servidor público, PA)
“Bom, apesar de ser um apoiador de Lula, essa medida parece ter vindo com interesses eleitorais, o que não necessariamente torna ela ruim, visto que de fato aumenta o acesso a produtos que nossa indústria sequer produz.” (LL, 25 anos, auxiliar fiscal, SC)
Entre os segmentos progressistas — especialmente indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas — predominou uma leitura mais orientada pelos efeitos concretos da medida sobre o cotidiano da população do que pela disputa política em torno dela. Nesses grupos, a retirada da taxação apareceu fortemente associada ao alívio do custo de vida, à recuperação parcial da capacidade de consumo e à ampliação do acesso a produtos considerados inacessíveis no mercado nacional. As falas revelaram preocupação significativa com os preços elevados praticados no Brasil e com o peso da tributação sobre consumidores comuns, sobretudo entre famílias de renda mais baixa. Houve tendência a interpretar as plataformas internacionais como alternativas legítimas diante da percepção de encarecimento generalizado do consumo no país.
Entre os lulistas, essa defesa apareceu de maneira mais claramente associada a uma visão social da medida, com destaque para argumentos ligados à proteção do poder de compra popular e críticas à concentração da carga tributária sobre o consumo. Já os indecisos progressistas apresentaram postura mais pragmática, centrada principalmente nos benefícios objetivos da redução dos preços e no impacto positivo para consumidores que dependiam dessas plataformas para adquirir roupas, utensílios e produtos do cotidiano.
“Pra mim isso faz mais sentido do que taxar compra pequena da galera. Eu msm vejo muita gente de baixa renda comprando nesses sites pq aqui no brasil várias coisas são caras demais. Então zerar essa taxa ajuda bastante no bolso.” (IP, 28 anos, customer care analist, SP)
“Acredito que foi a melhor decisão que ele tomou,pois ser taxado por um valor de compra tão baixo é desnecessário,pensando no que é melhor ao povo e para economia do pais.” (IP, 46 anos, vendedora, RS)
“Eu gosto da iniciativa, uma vez que ficou inviável comprar nesses apps por conta das taxas, agora vai ser uma nova possibilidade de mais pessoas consumirem nesses apps.” (LD, 29 anos, professora, RJ)
“Eu acho positivo acabar com essa taxa porque muita gente de baixa renda compra nesses sites por ser mais barato.” (LD, 27 anos, entregadora, RS)
“Achei uma excelente decisão que já deveria ter sido tomada há muito tempo. Só vejo benefícios para a população e também para os Correios.” (LL, 28 anos, vendedora, PA)
“sou favorável, essa taxação foi um lobby das grandes varejistas e obviamente um erro desde o começo. As classes mais pobres já pagam imposto demais.”
(LL, 45 anos, professor, PB)
Entre bolsonaristas convictos e moderados, apareceu de forma relativamente consistente uma associação entre o tipo de contato estabelecido com universidades públicas e o tom das avaliações produzidas sobre esses espaços. Participantes cujo conhecimento sobre as universidades era mediado principalmente por notícias, redes sociais, vídeos, influenciadores e conteúdos digitais tenderam a apresentar percepções mais negativas, homogêneas e centradas em temas como doutrinação ideológica, aparelhamento político, desorganização institucional e conflitos internos. Nesses casos, as universidades públicas foram frequentemente imaginadas mais como espaços de disputa política e desvio de finalidade do que como ambientes concretos de formação acadêmica, pesquisa e produção científica. As avaliações apareceram marcadas por forte distanciamento da experiência universitária cotidiana, o que favoreceu leituras mais generalizantes sobre o funcionamento dessas instituições.
Por outro lado, entre participantes que relataram experiências diretas — próprias, familiares ou profissionais — dentro das universidades públicas, as percepções tenderam a assumir caráter mais ambivalente e menos polarizado. Mesmo quando surgiram críticas ao ambiente político, às greves, à burocracia ou a determinados comportamentos observados no espaço universitário, essas avaliações coexistiram com reconhecimento explícito da qualidade do ensino, da competência dos professores, da relevância da pesquisa e do impacto positivo das universidades na trajetória de vida das pessoas.
Além disso, as respostas indicaram que os ambientes de circulação de informação desempenharam papel importante na construção das imagens sobre as universidades públicas entre participantes mais distantes da vivência universitária. Redes sociais, canais de opinião política, conteúdos jornalísticos e relatos digitais apareceram frequentemente como principais fontes de informação para aqueles que nunca estudaram ou conviveram diretamente com esses espaços.
"Eu nunca tive contato direto com universidade pública, toda a minha graduação foi um faculdade particular. Meu único contato é indireto, acompanho em portais de notícias e nas redes sociais oque acontece por lá ."
(BC, 24 anos, enfermeira, GO)
"Eu não tive contato direto, me graduei na particular, porém tenho muitos amigos que já se graduaram em públicas e conheci alguns professores, e vejo muitas notícias em diversos meios de comunicação como sites e redes sociais."
(BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)
"Bem no meu caso foi experiência própria e de amigos e vc tem que ter o mental muito forte. La na UFRRJ e a verdade que só sabe o que acontece quem esta lá . Hj se tem alguns influênces que conseguem entrar lá e mostrar um pouco das coisas . Enfim entramos mudos e saímos calados ." (BC, 39 anos, administrador, RJ)
"Meu contato com universidades públicas foi mais por notícias e por pessoas que estudam nelas. Vejo algumas notícias mas
pelas redes sociais." (BM, 42 anos, gerente de vendas, MG)
"Na verdade essa situação de sucateamento, aparelhamento ideologico, desrespeito a população e aos pagadores de impostos, nao vem de agora. Vem de cerca de 20-25 anos atras e vem piorando a cada dia.. Não foi por causa dos noticiarios, midia, redes sociais que isso veio a tona. Me formei em 2004 pela UFPB e ja naquele tempo, ja se tinha essa esculhambaçção que é hoje nos campis das universidade federais. Essa "historinha" de que a universidade tem que ser um "celeiro" de diversidades, politica, ideologias, era para ficar do portão para fora e sim a universidade , que é paga com nossos impostos nos "presentear" com ciencia, pesquisa e extensão que é o proposito dela... do jeito que ta hoje, que tipo de profissional vai sair, ou ja estar saindo? HJ, temo por nossos filhos entrar numa bagunça dessas. E o pior que a sociedade, assiste passivamente isso sem fazer absoluitamente nada." (BM, 53 anos, eletrotécnico, RN)
Os grupos que relataram experiências diretas — próprias, familiares ou profissionais — com universidades públicas tenderam a construir percepções mais complexas, concretas e menos polarizadas sobre esses espaços. A vivência cotidiana dentro das instituições apareceu frequentemente associada ao reconhecimento da qualidade acadêmica, da dedicação de professores, da relevância da pesquisa científica e das oportunidades proporcionadas pela educação pública superior. Mesmo entre participantes que mencionaram problemas estruturais, greves, burocracia ou precarização da infraestrutura, predominou a percepção de que as universidades públicas continuam desempenhando papel central na formação profissional, na produção de conhecimento e na ampliação das possibilidades de ascensão social. As avaliações demonstraram que o contato concreto com o ambiente universitário favoreceu leituras mais equilibradas, nas quais críticas institucionais coexistiram com forte valorização das universidades enquanto patrimônio educacional e científico do país.
As respostas sugeriram que a convivência direta com universidades públicas reduziu a tendência a avaliações exclusivamente negativas ou homogêneas sobre essas instituições. Mesmo entre participantes mais conservadores que relataram experiências concretas dentro das universidades, as críticas à politização ou a disputas ideológicas apareceram frequentemente acompanhadas de reconhecimento da excelência acadêmica e da importância social das instituições.
"Tive e tenho contato com universidades públicas tanto por conta própria quanto por meio de familiares e notícias. Fui o primeiro da minha família a ingressar numa faculdade e tenho muito orgulho. Além disso minha irmã está nesse momento cursando química numa faculdade federal e tenho outros parentes próximos que também foram alunos. No momento realizo um trabalho voluntário em parceria com uma ong dentro da UERJ e acompanho notícias do meio acadêmico como greves, pesquisas e desenvolvimento" (IC, 29 anos, professor, RJ)
"Meu contato com universidade pública foi em 2020 quando ingressei para cursar licenciatura em geografia. Minha experiência foi ótima, o material todo distribuído gratuito, tive chip com Internet também fornecida pela universidade. Foi através das redes sociais." (IP, 37 anos, auxiliar de creche, RJ)
"Na verdade tive uma experiência única e inesquecível junto a universidade federal aqui da minha cidade. À 8 anos atrás meu filho prestou vestibular na UFRGS e foi aprovado,me recordo com muita emoção esse momento e por essa conquista.
Com essa grande oportunidade ele passou todos esses anos estudando nessa instituição." (IP, 46 anos, vendedora, RS)
"Eu vivi a realidade da faculdade pública, passei no vestibular, enfrentei greves longuíssimas e tive uma excelente educação que me abriu várias portas. A vivência da faculdade pública também é uma realidade muito importante porque lá encontramos pessoas com várias situações financeiras diferentes e percebemos o quanto as universidades são importantes na vida delas e quão transformadoras são, assim como foi pra mim." (LD, 29 anos, professora, RJ)
"Bom dia,eu estudei em uma universidade pública e meus filhos estudaram em uma universidade pública... Contato sempre foi direto!Uma experiência incrível!" (LL, 56 anos, assessora administrativa, RJ)
"Sou formado em universidade pública e meu contato foi muito bom. Professores excelentes , experiências pedagógicas e estágios muito produtivos. Não tenho do que reclamar. Como todo órgão público tem seus defeitos e os maiores são a burocracia e a falta de infraestrutura básica. Acho que o pior são as greves que atrapalham muito o desenvolvimento dos alunos." (BM, 41 anos, turismólogo, PE)
Entre bolsonaristas convictos, bolsonaristas moderados e indecisos conservadores, predominou a percepção de que Michelle Bolsonaro aparecia como uma alternativa eleitoralmente mais competitiva do que Flávio Bolsonaro no cenário atual. As falas convergiram na avaliação de que sua imagem pública estava menos desgastada, menos associada a escândalos e mais capaz de ampliar o alcance do bolsonarismo junto a públicos além da base mais fiel do ex-presidente. Michelle foi frequentemente descrita como alguém com maior carisma, comunicação mais leve, postura mais agregadora e forte identificação com segmentos religiosos e femininos. Em vários momentos, surgiu a percepção de que ela poderia reduzir rejeições acumuladas pelo núcleo político bolsonarista e funcionar como uma espécie de recomposição simbólica da imagem do grupo.
Ao mesmo tempo, os três segmentos demonstraram cautela importante sobre sua capacidade prática de liderança política. A falta de experiência institucional e eleitoral apareceu como principal fragilidade atribuída à Michelle Bolsonaro, especialmente quando comparada à trajetória política e à capacidade de articulação reconhecidas em Flávio Bolsonaro. Ainda assim, as falas revelaram que a experiência política de Flávio passou a conviver com sinais relevantes de desgaste, sobretudo entre bolsonaristas moderados e indecisos conservadores, onde surgiram referências mais explícitas a polêmicas, rejeição pública e enfraquecimento de sua imagem dentro da própria direita. Mesmo entre os bolsonaristas convictos, apareceram percepções de que Michelle poderia hoje gerar mais aceitação e menos resistência eleitoral do que ele. No conjunto, predominou a avaliação de que Michelle Bolsonaro possuía menos densidade política, mas aparecia como uma candidatura potencialmente mais viável para preservar e ampliar eleitoralmente o campo bolsonarista.
“Eu acredito muito que ela teria mais chance até de tirar Lula do poder, ela é elegante e discreta, ela usa a sabedoria para pacificar, sem se unir aos inimigos, corretíssima!! E politicamente ela tem se mostrado mais ágil do que Flavio Bolsonaro. Meu medo seria nos debates, não sei se ela conseguiria apresentar propostas e ter equilíbrio para enfrentar os adversários. Ainda mais esse que a gente tem no poder. Com certeza, viria pra cima dela com tudo.” (BC, 47 anos, administradora, BA)
• “Não sei se ela tem o lado de articulador e relacionamento que ele, Flávio, tem. Mas com certeza ela tem capacidade e pulso para aprender. Ela tem tudo para ter mais votos que Flávio, mas precisa estar consciente de que vai ser atacada de formas mais baixas e sujas, muito pior do que já acontece hj. Eu , pessoalmente, votaria nela desde que soubesse por quem ela seria assessorada. Ela tem carisma, inteligência, capacidade e vontade de fazer o Brasil voltar a crescer.” (BC, 62 anos, cirurgião dentista, SP)
“Flavio Bolsonaro tá queimado devido aos últimos escândalos envolvendo ele aí.. acredito que seja uma jogada para manter a "família" no poder colocando a Michele na frente da meio que uma abafada no que ocorreu.. porém não acho uma boa ideia, acredito que o resultado será o mesmo e também irá ficar muito evidente fazendo isso” (BM, 33 anos, consultor de TI, SP)
“Acho que a Michelle pode atrair mais pessoas por ter uma imagem mais tranquila e menos rejeição. Porém, ela tem menos experiência política que o Flávio. Já ele tem mais experiência, mas também divide mais opiniões.” (BM, 42 anos, gerente de vendas, MG)
"Acredito que ela teria mais chances de ser eleita que o Flávio. Tem muitas pessoas que gostam dela, e o nome dela está envolvido em menos polêmicas o que pro partido seria bom.” (IC, 30 anos, maquiadora, RJ)
“Pela situação atual dele acredito que ela seria mais aceita já que não está tão envolvida assim em escândalos como ele e sua família. Creio que ela por não ter essa pegada política como presidente não iria ser a melhor escolha mas tudo pode surpreender nessa vida. A luta pela pelas pessoas com deficiência é algo a se pensar positivamente e uma pauta que o Flávio não possui (pelo menos nunca ouvir ele falar sobre), porém ela nunca assumiu cargos diretos eleitos pelo povo como deputada ou senadora, ou seja não tem experiência direta como ele, com ressalva do marido, então não tem muito o que dizer sobre” (IC, 29 anos, professor, RJ)
Entre os segmentos menos alinhados ao bolsonarismo, predominou uma percepção de forte continuidade entre Michelle Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e o restante do núcleo familiar do ex-presidente. Nesses grupos, a eventual substituição da candidatura foi frequentemente interpretada menos como renovação política e mais como uma estratégia de preservação eleitoral do próprio grupo Bolsonaro diante do desgaste acumulado por escândalos, investigações e rejeições públicas recentes. A associação simbólica ao sobrenome Bolsonaro apareceu como elemento central das avaliações, fazendo com que muitos participantes considerassem difícil dissociar Michelle das controvérsias envolvendo a família.
As falas também revelaram baixo grau de disposição para reconhecer diferenças substantivas entre os dois nomes em termos de projeto político, práticas de governo ou orientação ideológica. Mesmo quando alguns participantes reconheceram que Michelle possuía imagem mais leve, menos conflitiva e potencialmente mais competitiva junto a determinados segmentos do eleitorado, predominou a avaliação de que sua candidatura manteria a mesma influência política e familiar já associada ao bolsonarismo. Em parte dos relatos, surgiu inclusive a percepção de que ela poderia exercer uma liderança politicamente subordinada ao entorno familiar, funcionando mais como representação simbólica da continuidade do grupo do que como liderança autônoma e independente.
"Olha, sinceramente pra mim faria total sentido se houvesse alguma lei ou regra política que impedisse que os familiares mais próximos de presidente pudessem se candidatar. Pq assim, se o pai já foi corrupto os filhos e esposa usufruíram disso junto com ele, são corruptos tbm. Então assim, pra mim não vale a pena nenhum deles, são todos do mesmo lugar, vai continuar sendo sempre eles no poder, e o pai vai ter acesso pelo menos com opiniões e tal. Eu não acho certo, pra mim eles não deveriam nem ter o direito a se candidatar pra começar. Espero que não aconteça.” (IP, 26 anos, autônoma, RO)
"não sei realmente,mais acho que caso ela ganhasse,não seria ela que iria ,ditar as regras,ela seria apenas um capacho,do enteado e do marido. Seria mais um fantoche,assim como Flávio TB seria do pai,não vejo diferença entre eles.” (IP, 28 anos, vendedora, AL)
"Eu acho que devido ao nome da Família estar envolvido em várias situações, como o escândalo com o Daniel Vorcaro, a Michele não vão vai conseguir sucesso em sua campanha eleitoral e no dia das eleições. Então eu não vejo pontos positivos só negativos. O certo é o partido arrumar outro aliado para lançar a candidatura.” (LD, 47 anos, professora, MT)
“A mesma parece ter mais carisma e menos envolvida em polêmicas. Pra quem já apoia a família talvez não faça diferença, mas pra conquistar gente de fora da bolha, ela pode funcionar melhor. Mas, o ponto negativo é que muita gente pode enxergar ela só como “a esposa do Bolsonaro”, por continuar ligada ao nome Bolsonaro, ela ainda carregaria parte da rejeição da família.” (LD, 27 anos, entregadora, RS)
"Penso que é trocar seis por meia dúzia!!!!! Não vejo pontos positivos em Michelle Bolsonaro!Essa família Bolsonaro são todos alucinados e alienados” (LL, 56 anos, assessora administrativa, RJ)
“Penso ser a mesma coisa, não existem pontos positivos nos dois, são corruptos e incompetentes para tal cargo. Ambos só pesam em sua família, nunca fizeram e nem vão fazer pela população.” (LL, 28 anos, vendedora, PA)
Houve amplo consenso quanto aos benefícios imediatos da retirada da taxação das compras internacionais de pequeno valor, particularmente no que toca ao consumo popular, em um contexto marcado pela percepção de alto custo de vida e dificuldade de acesso a produtos no mercado nacional. Independentemente do posicionamento político, praticamente todos os segmentos reconheceram que as plataformas internacionais se consolidaram como alternativas importantes para consumidores em busca de preços mais baixos para aumentar o seu poder de compra. A principal diferença entre os grupos esteve na interpretação de suas motivações políticas e de suas consequências econômicas mais amplas.
Os segmentos oposicionistas, sobretudo os bolsonaristas convictos, interpretaram a decisão majoritariamente como uma estratégia eleitoral calculada, associada à ideia de que o próprio governo teria criado anteriormente um problema para depois apresentar sua solução como benefício à população. Já entre bolsonaristas moderados e indecisos conservadores, embora a desconfiança eleitoral também tenha sido forte, houve maior disposição para reconhecer os ganhos concretos da medida para o cotidiano dos consumidores. Os indecisos progressistas, tenderam a enfatizar os benefícios sociais da retirada da taxa e a associar o debate à necessidade de revisão mais ampla da estrutura tributária brasileira, especialmente da carga incidente sobre o consumo popular. E entre os dois grupos mais progressistas predominou uma leitura mais pragmática, centrada sobretudo nos impactos positivos sobre o orçamento familiar e no acesso ao consumo.
As respostas à segunda pergunta revelaram que o contato com universidades públicas ocorreu de maneiras bastante distintas entre os participantes, variando entre experiências diretas de formação, vínculos familiares, atuação profissional, convivência cotidiana com o ambiente universitário e contato indireto mediado por notícias, redes sociais e relatos de terceiros. Em praticamente todos os segmentos, aqueles que relataram vivências concretas dentro das universidades demonstraram maior familiaridade com o funcionamento institucional, com os desafios estruturais e com as oportunidades proporcionadas por esses espaços. Mesmo quando surgiram críticas relacionadas a greves, burocracia, infraestrutura precária ou disputas internas, predominou entre esses participantes uma percepção relativamente equilibrada das universidades públicas, acompanhada de reconhecimento da qualidade do ensino, da relevância da pesquisa e do impacto positivo dessas instituições na trajetória de vida de estudantes e famílias. Por outro lado, os participantes cujo contato ocorreu predominantemente de forma indireta — especialmente por meio de redes sociais, canais de opinião política, notícias e conteúdos digitais — tenderam a exprimir percepções mais abstratas e menos ancoradas na experiência cotidiana das universidades. Nesses casos, as avaliações frequentemente apareceram organizadas em torno de temas mais amplos e polarizados, como politização, conflitos ideológicos, desordem institucional e críticas ao ambiente acadêmico. Ainda assim, mesmo entre participantes sem experiência direta, não houve rejeição homogênea às universidades públicas enquanto instituições, permanecendo presente o reconhecimento de sua importância para ensino, pesquisa e ascensão social.
Na comparação entre as duas perguntas (essa e a da semana passada - relatório 132), ficou mais evidente a existência de uma relação importante entre tipo de contato com universidades públicas e intensidade das críticas direcionadas a elas. Entre bolsonaristas convictos e moderados, os participantes que relataram conhecer as universidades, principalmente por notícias, redes sociais e conteúdos digitais, tenderam a apresentar avaliações mais negativas, homogêneas e fortemente concentradas em temas como doutrinação ideológica, aparelhamento político e perda de função institucional. Já aqueles que tiveram experiências concretas dentro das universidades — próprias ou familiares — frequentemente construíram percepções mais ambivalentes, nas quais críticas ao ambiente político coexistiram com reconhecimento explícito da qualidade acadêmica, da importância da pesquisa e das oportunidades proporcionadas pelo ensino superior público. Por outro lado, entre indecisos, lulodescontentes e lulistas, o contato direto com universidades públicas esteve mais frequentemente associado à construção de vínculos positivos de pertencimento, legitimidade e valorização institucional. Nesses segmentos, mesmo quando os participantes acompanhavam notícias e debates sobre universidades pelas redes sociais ou pela mídia, as avaliações continuaram predominantemente positivas.
As discussões da última questão revelaram que a eventual substituição de Flávio Bolsonaro por Michelle Bolsonaro produziu percepções distintas conforme o grau de proximidade dos participantes com o campo bolsonarista. Entre bolsonaristas convictos, moderados e parte dos indecisos conservadores, predominou a avaliação de que Michelle possuía vantagens eleitorais relevantes, especialmente por carregar imagem menos desgastada, maior carisma e melhor capacidade de dialogar com segmentos como mulheres e evangélicos. Nesses grupos, sua figura apareceu frequentemente associada à ideia de suavização do bolsonarismo, funcionando como alternativa capaz de reduzir rejeições acumuladas por Flávio Bolsonaro e ampliar o alcance eleitoral do campo conservador. Ao mesmo tempo, mesmo entre os grupos mais receptivos, surgiram dúvidas recorrentes sobre sua experiência política, capacidade de articulação institucional e preparo para enfrentar disputas políticas mais agressivas.
Já entre os segmentos menos alinhados com a direita — especialmente indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas — predominou a percepção de que a troca de nomes não produziria mudança substantiva no projeto político representado pela família Bolsonaro. Nesses grupos, Michelle Bolsonaro apareceu frequentemente vinculada aos mesmos desgastes, escândalos e rejeições associados ao núcleo familiar, sendo vista mais como continuidade estratégica do bolsonarismo do que como renovação real. Ainda assim, mesmo entre participantes críticos, houve reconhecimento de que sua imagem pública menos conflitiva e mais preservada poderia torná-la eleitoralmente mais competitiva do que Flávio Bolsonaro.
O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.
O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em seis grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
Jornalista e doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). É professora da Graduação em Jornalismo da ESPM. Atuou por dez anos como repórter de economia na Editora Globo. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em Política & Sociedade pelo IESP-UERJ. Recebeu os prêmios ABECIP de Jornalismo e CNT.
Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Universidades Públicas; Detergente Ypê; Dark Horse
Aldo Rebelo; Cabo Daciolo; Samara Martins
Definição de Conceitos: Patrotismo, Democracia e Família.
Uso de desinformação; Caso BRB e Banco Master; Intervenção no preço dos Combustíveis
Romeu Zema; Renan Santos; Augusto Cury
Defesa do PIX; Refinanciamento das dívidas de brasileiros; Subsídio ao Diesel
Lula crítica fake news; Flavio Bolsonaro defende de monitoramento estrangeiro; Candidatura de Ronaldo Caiado
Fim dos penduricalhos; Projeto de Lei Antifacção; Criminalização da misoginia
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an
Universidades Públicas; Detergente Ypê; Dark Horse
Aldo Rebelo; Cabo Daciolo; Samara Martins
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Romeu Zema; Renan Santos; Augusto Cury
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Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
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Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
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Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
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Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
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Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
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Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
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Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
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Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
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Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
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Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
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Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
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Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
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SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
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#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
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Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
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Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an